sexta-feira, 20 de maio de 2011

Astrônomos Registram Jatos de Partículas Saindo de Buraco Negro

Os cientistas ainda não sabem exatamente o que ocorre, porém os estudos estão avançados e a imagem é impressionante.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Ministério da Educação confirma Enem nos dias 22 e 23 de outubro

Haverá outra prova em maio de 2012, mas a data ainda não foi divulgada.
Em 2010, mais de 4 milhões se inscreveram para participar do exame.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Nasa divulga imagens inéditas do Sol em alta definição


Satélite faz 80 imagens do Sol a cada minuto, com qualidade dez vezes superior ao de uma televisão HD

Ciência e tecnologia juntas para fazer imagens incríveis do Sol.


Governo vai conceder 75 mil bolsas de estudo no exterior

Essa é uma notícia muito boa pra quem pretende ampliar seus estudos no exterior.

O governo brasileiro pretende com isso dar um "grande salto" tecnológico.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

PROGRAMA NUCLEAR BRASILEIRO AVANÇA COM FOCO NA SEGURANÇA

Após o Tsunami no Japão, que provocou constantes vazamentos nucleares da Usina de Fukushima, pondo a prova a segurança das instalações nucleares em todo o mundo, o Brasil dá um passo à frente visando a segurança das usinas de Angra e todo o seu entorno.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Poluição dos carros pode causar danos ao cérebro

A exposição à poluição do ar causada por automóveis pode causar danos cerebrais em ratos, semelhantes à perda de memória e ao mal de Alzheimer. Cientistas recriaram os poluentes que vêm da queima de combustíveis fósseis e expuseram ratos ao ar poluído por 15 horas por semana durante 10 semanas.

 As pequenas partículas de ar tinham o tamanho de 1 milésimo da largura de um cabelo humano, sendo muito pequenas para serem retidas pelo sistema de filtro dos automóveis, mas exerceram danos consideráveis nos cérebros dos ratos expostos, informou o estudo.

"Você não pode vê-las, mas elas são inaladas e têm um efeito nos neurônios do cérebro, aumentando a possibilidade de consequências de longo prazo na saúde", afirmou o autor Caleb Finch, da Universidade do Sudeste da Califórnia.

Cientistas concluíram que a exposição resultou em um "dano significativo" para os neurônios envolvidos na aprendizagem e na memória, e eles detectaram "sinais de inflamação associados ao envelhecimento precoce e à doença de Alzheimer". O estudo foi publicado na revista especializada Environmental Health Perspectives.

Mais pesquisas são necessárias para determinar se os mesmos efeitos podem ser vistos em humanos. "É claro que isso leva à questão: 'como podemos proteger os moradores das cidades desse tipo de toxicidade?'. Isso ainda não é sabido", concluiu Finch.

Experiência mostra que bullying altera composição química do cérebro

Uma pesquisa com ratos da Universidade de Rockefeller, nos Estados Unidos, descobriu que o bullying persistente tem efeitos não apenas na autoestima, como na composição química do cérebro daqueles que sofrem a agressão. Os resultados do estudo mostraram que os ratos que foram vítimas de bullying desenvolveram, além de um nervosismo pouco comum perto de novas companhias, uma maior sensibilidade à vasopressina, um hormônio ligado a uma variedade de comportamentos sociais.
Segundo os pesquisadores, as descobertas sugerem que o estresse social crônico afeta o sistema neuro-endócrino, fundamental para comportamentos sociais como o cortejo, ligação entre pares e comportamento paternal. Mudanças nos componentes desses sistemas implicam em desordens como fobias sociais, depressão, esquizofrenia e autismo, afirmam os pesquisadores. Assim, as descobertas do estudo sugerem que o bullying pode contribuir para o desenvolvimento de ansiedade social de nível molecular a longo prazo.
Para realizar o estudo, os pesquisadores desenvolveram um cenário que simula um pátio escolar onde um pequeno rato é colocado em uma jaula com diversos ratos maiores e mais velhos, que vão sendo substituídos a cada dez dias. Como os ratos são animais territoriais, cada nova chegada ocasionava uma briga, que era sempre perdida pelo novo ocupante da jaula.
Após a briga, os pesquisadores separavam os animais fisicamente com uma grade que permitia ainda que o animal perdedor visse, ouvisse e sentisse o cheiro do outro, criando uma experiência de estresse.
Depois de um dia de descanso, o rato perdedor, que passou por essa situação de estresse extremo, era colocado na presença de um outro rato não ameaçador. Nesta situação o rato vítima de bullying era mais relutante na hora de interagir com outros ratos. Eles também desenvolveram uma tendência a 'congelar' em um lugar por tempos mais longos e frequentemente demonstravam estar avaliando riscos em relação a seus colegas de jaula. Todos esses comportamentos indicam medo e ansiedade.
Os pesquisadores então passaram para a análise do cérebro desses ratos, particularmente da parte do meio do córtex pré-frontal que é associada ao comportamento social e emocional. Eles descobriram que a expressão dos receptores de vasopressina havia aumentado, tornando os ratos mais sensíveis a esse hormônio, que é encontrado em altos níveis em ratos com distúrbios de ansiedade.
Os pesquisadores também deram para um grupo de ratos um medicamento que bloqueia os receptores de vasopressina, o que controlou o comportamento ansioso de diversos ratos vítimas de bullying.
A pergunta que ainda precisa ser respondida é por quanto tempo duram os efeitos do bullying no cérebro. Embora ainda não haja uma resposta certa, os pesquisadores afirmam que há evidências de que traumas psicológicos ocorridos no início da vida podem continuar afetando uma pessoa por toda a vida.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

NASA anuncia vida desconhecida na Terra

Em 01/12/2010
Em coletiva de imprensa realizada hoje, a NASA anunciou a descoberta de um ser vivo que, mesmo morando na Terra, é diferente de qualquer outra criatura já encontrada e pode ser o primeiro passo para redefinir o sentido da palavra “vida”.
“É extremamente importante porque essa foi a 1ª vez que se descreveu um organismo que é capaz de sobreviver sem fósforo, usando arsênico no lugar”, explica o Dr. Douglas Galante, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo.
O organismo em questão é uma bactéria encontrada no lago Mono, na Califórnia, e descrito em um trabalho pela pesquisadora Felisa Wolfe-Simon na Science. Nesta bactéria, o arsênico, que é considerado um elemento extremamente tóxico para outros seres vivos, está presente do DNA, nas proteínas, no ATP e é usado em todos os seus processos metabólicos.
Embora fósforo e arsênico tenham propriedades químicas parecidas, este é muito mais instável. De alguma forma, a bactéria encontrada tem mecanismos que conseguem lidar com o arsênico de forma nunca antes vista em um ser vivo, o que pode significar que ela evoluiu paralelamente, separada de todo o resto que conhecemos. 
“Ela pode ser definida como uma quebra de paradigmas. A descoberta muda nossa maneira de buscar vida fora da Terra”, diz Galante, que atualmente coordena a montagem do laboratório de Astrobiologia da USP; a ciência define o estudo da origem, evolução, distribuição e futuro da vida no universo.
BACTÉRIA
“Até hoje, todos os organismos vivos que conhecíamos precisavam de seis elementos básicos para a vida: carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo, enxofre”, explica Galante. Essa lista de elementos básicos é conhecida como CHONPS (as iniciais de cada elemento na tabela periódica) e servia de base para a NASA realizar buscas por vida extraterrestre – mas acaba de mudar...
Durante a coletiva, o professor James Elser, da Universidade do Arizona, afirmou que, durante tod aa sua carreira, ele tevea certeza de que o fósforo era essencial para todas as formas de vida. "Até hoje, todos os organismos usavam fórforo no seu metabolismo. Mas essa pesquisa muda tudo...", disse ele.
ETs no meio de nós
Ao buscar por vida fora da Terra, astrônomos costumam usar o termo “life as we know it” ou “vida como a conhecemos”. “Sempre que a gente busca vida fora da Terra, a gente usa o exemplo daqui, pois buscar vida como a gente não conhece é difícil. Afinal, como saber o que procurar?”, explica o pesquisador.


Paula Rothman, de INFO Online

sábado, 27 de novembro de 2010

CONDENSAÇÃO DE BOSE-EINSTEIN

Matéria microscópica que mostrem as evidências da mecânica quântica sempre foram alvo dos estudos da ciência. Na maioria dos casos onde as intimidades quânticas da matéria se manifesta no mundo cotidiano, a ciência aprende muito e muitas vezes muda seu próprio curso. Este é certamente o caso da condensação de Bose-Einstein, onde um gás muda completamente suas propriedades por entrar num domínio quântico. O condensado é para um gás ordinário aquilo que um laser é para uma luz comum. A realização experimental deste novo comportamento da matéria, previsto a quase um século, tem promovido uma grande impulsão nos vários campos da física.



quarta-feira, 24 de novembro de 2010

GASES CAUSADORES DO EFEITO ESTUFA ATINGEM NÍVEL RECORDE

A Organização Meteorológica Mundial publicou boletim nesta quarta-feira (24/11/2010). Concentração de CO2, metano e óxido nitroso se intensificou em 2009.

A "forçante radiativa", a razão entre a radiação que chega da atmosfera e a radiação que sai para ela, aumentou em 1% em 2009 e em 27,5% entre 1990 e 2009, disse a OMM.
Os índices de aumento do dióxido de carbono e do óxido nitroso foram mais baixos que em 2008, mas o fato exerceu impacto mínimo sobre as concentrações de longa duração.
Se as emissões de gases-estufa parassem por completo, ainda assim o dióxido de carbono já presente na atmosfera levaria cerca de 100 anos para sair dela.
O dióxido de carbono é isoladamente o mais importante gás-estufa causado pela atividade humana, contribuindo para 63,5 da forçante radiativa total. Sua concentração aumentou 38% desde 1750, principalmente por causa das emissões provocadas pela queima de combustíveis fósseis, o desmatamento e mudanças no uso da terra, disse a OMM.
As emissões naturais de metano - resultantes, por exemplo, do derretimento da calota de gelo ártica e ao aumento da precipitação pluviométrica em regiões úmidas, elas próprias causadas pelo aquecimento global - estão ganhando importância, disse a organização.
Esse fato pode gerar um processo no qual o aquecimento global libera na atmosfera grandes quantidades de metano que, então, contribuem para um aquecimento global ainda maior.
Essas emissões naturais podem ser a razão pela qual a concentração de metano vem aumentando na atmosfera ao longo dos últimos três anos, após quase uma década sem subir, disse a OMM.
Atividades humanas como a criação de gado, o plantio de arroz, a exploração de combustíveis fósseis e aterros sanitários são responsáveis por 60% das emissões de metano, e fontes naturais respondem pelo restante.
Todos nós sabemos que se não fosse o efeito-estufa, não haveria o tipo de vida que existe hoje na terra, o problema maior é que ainda não há um consenso entre os estudiosos do clima sobre a influência humana nesse evento. O fato é que o aumento está ocorrendo de forma considerável e se não agirmos rápido, pode ser tarde.